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Veja como todas as peças se conectam. E coloque uma lente de aumento nos detalhes.

Arquitetura não é desenhar quadrinhos ligados por setas. No ArchLens, cada conexão diz o que passa por ela, em que direção, com que volume e quanto tempo leva. E o diagrama passa a provocar as perguntas que o desenho precisa responder.

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Ampliando a conexão: o banco recebe mais do que aguenta e responde devagar. A API, que depende dele, entra em alerta.

Uma seta não responde às perguntas difíceis

Na maioria das ferramentas, um banco é um retângulo com ícone e uma conexão é só uma linha. O desenho fica bonito e passa pela revisão, mas deixa de fora justamente o que decide se o sistema vai funcionar:

  • Essa chamada lê ou escreve? Em que direção o dado anda?
  • Quantas requisições por segundo passam por aqui?
  • Quanto esse componente aguenta antes de saturar?
  • O que acontece com quem depende dele quando ele demora?
  • Esse é o caminho principal ou o alternativo, para quando algo falha?
  • Se o tráfego triplicar, o que muda no sistema?

Ligue os pontos de verdade

No ArchLens, os detalhes fazem parte do desenho. Cada peça e cada ligação carregam o que é preciso para entender como elas se comunicam de fato.

Componentes que sabem o que são

Tipo, estereótipo e tecnologia, escolhida num catálogo com mais de cem opções. E a capacidade: quantas requisições por segundo cada instância aguenta.

DatabaseQueueWebApicapacidade

Recursos com contrato

Cada componente declara o que oferece: endpoints, tópicos, consultas. Com protocolo, método, se é leitura ou escrita e quanto tempo leva para responder.

POST /orderspublishlatência

Conexões que dizem o que passa por elas

Quem chama quem, quais recursos usa, com que vazão, se o fluxo é o básico ou o alternativo e se a comunicação vai e volta.

300 req/sfallbackbidirecional

A lente de aumento

Com os detalhes no lugar, o diagrama passa a questionar o desenho. Cada alerta é um convite à crítica: por que isto está no caminho principal? Quem sofre se aquilo saturar?

  • Tráfego correndo

    Pacotes percorrem cada conexão na direção em que o dado anda, mais rápidos onde a vazão é maior. Dá para ver por onde o sistema realmente trabalha.

  • Carga e capacidade

    Cada componente soma o tráfego que recebe e compara com o que aguenta. Um cliente que sozinho pressiona demais o seu fornecedor também entra em alerta.

  • Lentidão e impacto

    Um recurso lento deixa o componente em estado crítico. O impacto se espalha para quem depende dele, e para quem depende desses.

  • E se o tráfego crescer?

    Multiplique o tráfego de todo o diagrama e veja como a carga se espalha pelas peças, sem mudar nenhum número do desenho.

Seus diagramas antigos continuam valendo

O ArchLens nasceu como aplicação desktop. Os arquivos .archlens e .asd criados nele abrem direto no navegador, sem perder nada, e podem ser exportados de volta no mesmo formato.

Desenhe menos caixas. Entenda mais o sistema.

Monte a sua arquitetura com os detalhes que importam e discuta o sistema a partir de como ele realmente se comunica.

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